I.M.A.N. 2010 

Casa das Artes – Famalicão (z)

Sábado 02 Outubro
> 21.30 h
TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
Exposição

Carlota Salgado Leal
Catarina Simão
Colectivo Embankment [Aida Castro + Jonathan Saldanha + Maria Mire]
Colectivo Mose på Veggen
David Quinteiro Rendo
João Marçal
José Almeida Pereira
Luís Figueiredo
Luís Magalhães
Paulo Mendes
“Proyecto para un Museo Secreto”, Javier Tudela com a colaboração de vários artistas portugueses (parte 2/z)

> 22 h
O SOM DOS ARTISTAS
Performance / Dj / Concerto
Marçal dos Campos
Vera Mota
Balla Prop [Ana Ulisses + Susana Chiocca]
Claiana [Gui + Luís Figueiredo]

> 01.30 h
FORA DE SÍTIO
Extensão no Café Candelabro, Rua da Conceição 3 - Porto
Nuno Ramalho [dj set]
Projecção 5 anos do Projecto I.M.A.N.

Quarta-feira 13 Outubro
> 10 h
EXPERIMENTA
Oficina de experimentação plástica
Workshop orientado por Augusto Costa

Sábado 30 Outubro
> 17.30 h
À CONVERSA
Conferência
Apresentação do livro/catálogo do projecto I.M.A.N. (5 anos) e do projecto programático Artemosferas Porto 2001/03

Theatro Circo – Braga (y)

Sábado 09 Outubro
> 16 h
FORA DE SÍTIO
Intervenção entrada do Theatro Circo e outros sítios da cidade
“Avenida da Liberdade 697”, Colectivo Mose på Veggen

TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
Exposição
“Proyecto para un Museo Secreto”, Javier Tudela com a colaboração de vários artistas espanhóis: Alejandra Riera, Antonio Murado, Gabriela Kraviez, Juan Loeck, Juan Mendizábal, Juan Pérez Aguirregoicoa, Manuel Sáiz, entre outros… (parte 1/y)
“Four Corners”, Paulo Brody
“Extéril, versão light”, Teixeira Barbosa

À CONVERSA
Conferência
Apresentação do Projecto I.M.A.N. (5 anos) e do projecto programático Artemosferas Porto 2001/03

Sexta-feira 29 Outubro
> 22 h
O SOM DOS ARTISTAS
Performance / Dj / Concerto
“410”, André Sier
“Building002: Ford”, Diogo Tudela
“Burning the Sound”, Rudolfo Quintas
+ instalação áudio-visual
“Struct_0”, André Sier

Centro Cultural Vila Flor – Guimarães (x)

Terça-feira 05 Outubro
> 21.30 h
À CONVERSA
Café Falado
Apresentação do Projecto I.M.A.N. (5 anos) e do projecto programático Artemosferas Porto 2001/03
“Silvo”, Hugo Brito [performance/instalação]

Sábado 09 Outubro
> 14.30 h
EXPERIMENTA
“Soundscaping”, Fernando Fadigas [workshop* field recordings]
* inscrição prévia limitada a 15 participantes; contactar info@projectoiman.com

> 21 h
FORA DE SÍTIO
Extensão da exposição TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
(Escola de Arquitectura da Universidade do Minho - Campus de Azurém / Guimarães)
Andrea Outeiral Diaz
Antón Caamaño
Carlota Salgado Leal
Colectivo Mose på Veggen
David Quinteiro Rendo
David Rodríguez Casas
Hugo Brito
Josetxu F. Cárcamo
José Villot Guisán
Rosa Neutro

> 22 h
TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
Exposição
“Que podes fazer perante o desaparecimento da utopia?”, Alexandre A. R. Costa. Na 1ª fase este projecto reuniu a participação de 13 artistas e conta agora na 2ª fase com a participação de aprox. mais 20 artistas
“Avenida D. Afonso Henriques 701”, Colectivo Mose på Veggen

> 22.30 h
O SOM DOS ARTISTAS
Performance / Dj / Concerto
“Nada ecoa da mesma forma”, 0Foundation
“Soundscaping”, Fernando Fadigas [concerto]
“Hidden from the eyes of daylight”, Carlos Bica + Alexandre A. R. Costa + Francisco Laranjeira
“Antonbildern versus AILIME”, António Quadros + Emília Sousa


Espaço Musas tem a honra de o/a convidar para a inauguração da exposição colectiva “e se...” a realizar esta quinta feira, dia 23 de Setembro de 2010, pelas 19h.




“e se…”
Exposição Colectiva

Luís MagalhãesElizabeth Ida, José Simões e Koert Jobse Carlos LimaFernando Almeida

Inauguração dia 23 de Setembro às 19 horasPatente até dia 21 de Outubro de 2010

Local:
Espaço MusasRua do Bonjardim, 998 Porto
http://musas.pegada.net

Com os melhores cumprimentos,Espaço Musas

Projecto/Projéctil




Miguel Coelho Santos
“3 desenhos”



Inauguração: 11 de Setembro das 16 às 20h







Local:
Praça da Alegria F. C.,
Avenida Rodrigues de Freitas nº207 r/c
4000-421 Porto

Mais informações em:
www.projectoprojectil.tumblr.com
projectoprojectil@gmail.com



AUDITÓRIO DO GRUPO MUSICAL DE MIRAGAIA
Rua Arménia 10/18 
4050-066 PORTO

04 SET - 01 OUT 2010


África_já ali
Auditório do Grupo Musical de Miragaia
4 de Setembro a 1 de Outubro de 2010 



APRESENTAÇÃO

Os ciclos de Cinema no Auditório do Grupo Musical de Miragaia
Depois de revisitarmos com Manoel de Oliveira, Paulo Rocha, João Sousa Cardoso, Sofia Lomba, António Fraga, Manuel Guimarães e António Pedro Vasconcelos a cidade do Porto no ciclo O porto, ÒPorto e de no segundo ciclo A gosto de Verão empreendermos uma viagem de norte a sul pelo país, nos meses de Verão, guiados por Anna da Palma, Miguel Gomes, Jorge Silva Melo, José Álvaro Morais e João César Monteiro; no terceiro ciclo de cinema temático, comissariado por José Maia, iremos durante o mês de Setembro com Alain Resnais e Chris Marker, Werner Herzog, Pier Paolo Pasolini, René Vautier, Jean Rouch, Manoel de Oliveira, Manuel Santos Maia, Margarida Cardoso, Teresa Prata, Pedro Costa, Frederico Lobo e Pedro Pinho já ali a África.



África_já ali

O nome deste ciclo de cinema parte de uma deixa da personagem Zé Maria do filme Peixe Lua de José Álvaro Morais, apresentado no ciclo de cinema A gosto de Verão, programado pela Confederação para o Auditório do Grupo Musical de Miragaia. Nesta obra José Álvaro Morais apresenta a sua visão do SUL de Portugal, histórica, cultural, social e economicamente ligado a Espanha, ao Mediterrâneo e a África.

(…) Havia um texto do Cláudio Torres que dizia que o Sul começava na margem sul do Tejo, e isso sempre me fascinou. Aliás há uma deixa do Zé Maria no Peixe Lua que remete para isto mesmo. É quando ele, no pontão de Alcochete, recusa o convite do Gabriel para ir jantar com ele a Lisboa: “Quem me tira de África…”. Como se a África fosse já ali.

Saguenail e Regina Guimarães em CONVERSA COM JOSÉ ÁLVARO MORAIS in REINOS DESENCANTADOS – Um olhar sobre a obra de José Álvaro Morais, por Saguenail



O ciclo África_já ali

Pelo olhar e pensamento de realizadores europeus de diferentes gerações, com obras de ficção, etno-ficção e documentais iremos ver, (re)conhecer e reflectir como o ocidente representou e representa, pensou e pensa África.
As obras que serão apresentadas neste ciclo compreendem diferentes enquadramentos históricos, políticos, sociais e culturais permitindo-nos pensar:

Nós, o Outro e a relação entre Ocidente e África na cultura ocidental e na cultura africana pelas obras de Alain Resnais e Chris Marker, Werner Herzog, Pier Paolo Pasolini;

o ocidente em África no período de colonização de África pela primeira obra cinematográfica de reflexão crítica ao colonialismo África 50 de René Vautier e pelas obras de Jean Rouch e Pier Paolo Pasolini;

o confronto com o olhar africano sobre o europeu e como e quanto europeu é o africano colonizado pela obra Jean Rouch;

a colonização portuguesa, a Guerra Colonial o fim do Império e descolonização pela obras de Manoel de Oliveira, Manuel Santos Maia e Margarida Cardoso;

África Hoje, após independências e o surgimento das novas nações africanas numa viagem falada em português de Moçambique à “Terra Sonâmbola” do escritor Moçambicano Mia Couto com Teresa Prata e outra em crioulo, que também tem base lexical portuguesa, até à “Casa de Lava” de Pedro Costa, em Cabo Verde;

os fluxos migratórios africanos do norte de África para a Europa e a emigração cabo-verdiana para Portugal serão verificados por Frederico Lobo e de Pedro Pinho e por Pedro Costa;

África em Portugal, Hoje verificada pela presença de africanos, de portugueses africanos e de africanos portugueses, resultado dos vários processos de migração de uma “Juventude em Marcha” para Portugal;

e por fim

quanto e como somos hoje mais africanos?



O programa África _ já ali

1ª sessão _ Sábado, 4 de Set. de 2010
1ª parte
As estátuas também morrem, (Les Statues Meurent Aussi) , 1953, 29`
Alain Resnais e Chris Marker


2ª parte
África, Paraíso e Inferno, (Fata Morgana), 1971, 79`
Werner Herzog
Texto de sala de João Sousa Cardoso


2ª sessão _ Segunda-feira, 6 de Set. de 2010
1ª parte
África 50, (Afrique 50), 1947, 20`
René Vautier

2ª parte
Apontamentos para uma Oréstia Africana, (Appunti per un’Orestiade Africana), 1970, 75`
Pier Paolo Pasolini
Texto de sala de João Sousa Cardoso


3ª sessão _ Sábado, 11 de Set. de 2010
1ª parte
Os Mestres Loucos, (Les Maitres Fous), 1955, 28`
Jean Rouch

2ª parte
Eu, um Negro, (Moi, un Noir), 1958, 72`
Jean Rouch
Texto de sala de Regina Guimarães


4ª sessão _ Segunda-feira, 13 de Set. de 2010
1ª parte
alheava_filme, 2007, 30`
Manuel Santos Maia

2ª parte
A Costa dos Murmúrios, 2004, 115`
Margarida Cardoso
Texto de sala de Cristina Alves e Margarida Cardoso


5ª sessão _ Sábado, 18 de Set. de 2010
Non, ou a Vã Gloria de Mandar, 1990, 110`
Manoel de Oliveira
Texto de sala de António Preto


6ª sessão _ Segunda-feira, 20 de Set. de 2010
Terra Sonâmbula, 2007, 98`
Teresa Prata
Texto de sala de Cristina Alves


7ª sessão _ Sábado, 25 de Set. de 2010
Casa de Lava, 1994, 110`
Pedro Costa
Texto de sala de Daniel Ribeiro


8ª sessão _ Segunda-feira, 27 de Set. de 2010
Bab Sebta, 2008, 110`
Frederico Lobo e Pedro Pinho


9ª sessão _ sexta-feira, 1 de Out. de 2010
Juventude em Marcha, 2006, 155`
Pedro Costa
Texto de sala de Daniel Ribeiro



AGENDA

Sessões às Segundas e Sábados, às 21h30m

Local: Auditório do Grupo Musical de Miragaia
Rua Arménia, 10,18 _ 4050-066 Porto
Entrada: livre
Reservas:
musicalmiragaia1926@gmail.com
Confederacao.nit@gmail.com


MAIS INFO

Programação: José Maia
Produção: Confederação _ núcleo para a investigação teatral
Organização: Grupo Musical de Miragaia

     A Linha Curva deambulações em torno do desenho de Pancho Guedes     

inaugura   02 Julho Vilamoura, Loulé, Algarve  

com:        

Filipa César, Mariana Silva, Pedro N. Marques, Hugo Canoilas,                          Manuel Santos Maia, Miguel Rondon, Otelo Fabião, Francisco Sousa Lobo                 

Curadoria de: Nuno Faria  e Pedro Ressano Garcia      

 

«(…) Continuará a cidade dividida, doente, esquizofrénica? Continuará a cidade traída pela preguiça, estupidez e ganância dos homens ou começará amanhã a cidade a ser a casa grande de toda a gente?

Agitem-se os vogais. »

GIBBERISH

Performance duracional por Manuela São Simão e Pedro Lopes, com a colaboração da equipa da Rádio Zero.

 16 Junho [performance das 18h30 às 20h30 - jardim e auditório]

22 Junho [Instalação das 18h às 20h - auditório]



 

FESTIVAL SILÊNCIO 2010 - Goethe Institut em Lisboa

[Jardim dos Sons]
 

A performance duracional Gibberish foi desenvolvida especificamente para a proposta do Jardim dos Sons, inserido no Festival Silêncio no Instituto Goethe em Lisboa.

Relacionam-se espaços físicos e mentais: o Jardim e Auditório do Instituto, locais distintos e disjuntos, que aqui se interligam através de um percurso proposto entre a improvisação in loco do músico no Jardim, e a (re)acção ao mesmo som numa escrita caligráfica e plástica realizada pela artista visual, no espaço isolado do auditório.

O som improvisado é audível através de rádios distribuídos ao público à entrada do Instituto, produzindo, no jardim, uma camuflagem sonora cuja descontextualização do seu laboratório-jardim, assume o carácter acusmático de um som pensado para ser transmitido em rádios low-fi, característica enfatizada na possibilidade de escuta no espaço indoors do auditório, sob uma certa penumbra.

Isolada do espaço orgânico e da luz do jardim, Manuela São Simão, improvisa uma escrita silenciosa durante duas horas. Um motor montado num pequeno dispositivo-mesa-de-trabalho é programado para uma determinada cadência temporal. A artista intervém e (re)age a partir do som que vai recebendo directamente do músico.

Compondo em tempo real a partir dos sons orgânicos do jardim, das gravações de campo feitas em diversas zonas urbanas da cidade de Lisboa e principalmente das gravações realizadas durante aulas da língua Alemã leccionadas no instituto, o músico Pedro Lopes processa tudo isto compondo um som contínuo, por vezes mais musical, com momentos em que a língua alemã e suas sonoridades específicas são processadas ao ponto de uma certa abstracção, mantendo as suas características estéticas que nos faz reconhecer a língua como tal, mesmo sem por vezes perceber o que está a ser comunicado.

Para ver e/ou ouvir, o desenrolar de um inventário de sons orgânicos e humanos, que pode ser escutado nos vários espaços exteriores e auditório e através de rádios, com a colaboração da equipa da Rádio Zero na criação e transmissão de uma onda micro FM local.

_____________________________

http://festivalsilencio.com

http://www.goethe.de/portugal

http://www.radiozero.pt

Goethe-Institut Portugal
Campo dos Mártires da Pátria, 37
1169-016 Lisboa
21 882 45 10 | info@lissabon.goethe.org

Exposição de Fernando Almeida

12 de Junho das 16h às 20h

Local:
Praça da Alegria F. C., 
Avenida Rodrigues de Freitas nº207 r/c
4000-421 Porto 

Mais informações em:
www.projectoprojectil.tumblr.com

“Qualquer que seja o lado para que nos voltemos, a vista não alcança um horisonte que não seja fechado por montanhas, uma paysagem que não seja tufada de carvalheiras viçosas. 

Talvez que a abundancia d’esta especie florestal justifique as revoluções minhotas, que teem descido das alturas de Vieira resolvidas a varrer a cacete todas as oligarchias das terras baixas. A observação fica já agora como futuro elemento mesologico a determinar, quando se tenha em vista estabelecer o laço intimo, que liga a abundancia do carvalho cerquinho com o espírito revolucionário das populações, que lhe sentem o zoar da rama. 

No dia em que visitámos o montanhoso concelho, a carvalheira zoava tambem, mas d’esta vez, podemos affiançal-o, sem intuitos perigosos para as instituições que felizmente nos regem. Não era padre Casimiro o general defensor das cinco chagas e o comandante das massas populares, que vinha acaudilhando os revolucionários de Vieira, e fazendo tocar por todas as montanhas acima em diversas distancias e mui retirados uns dos outros os buzinões que atroavam aquellas escarpadas serras ao longe e ao perto, com som horrivel muito parecido com o do trovão, que fazia arrepiar os cabellos aos mais corajosos.

[do livro “O Minho pittoresco”, de José Augusto Vieira, Tomo I - Lisboa, Livraria de António Maria Pereira - Editor, 1887]

Exposição de Luís Figueiredo

“O Verdadeiro artista ajuda o mundo revelando verdades místicas (outra vez de borla!)”

Galeria Espaço Ilimitado

(Rua de Cedofeita 187 - 1º Andar, Porto)

Inauguração: 5 de Junho ás 16h

Patente de: 5 de Junho patente a 10 Julho